quinta-feira, 7 de outubro de 2010

O que sentimos ao pintar ao som da música…


Ao ouvir a primeira música, pintei rapidamente, fazendo uma curva para ali outra para acolá e ficou muito giro.
Na segunda música, parecia que ouvia pingos de chuva a caírem, então pintei lentamente. Fiz uma pintinha, um risco, um quadrado e riscos à volta uns dos outros. Também ficou muito giro.
Madalena Frazão
Eu senti alegria e diversão ao pintar, ao mesmo tempo que ouvia música, porque nunca tinha feito aquilo.
A pintura ficou gira porque tem formas geométricas e riscos, ficou abstracta.
Carolina Rodrigues

Quando o professor Vítor pôs a primeira música, que tinha um zumbido, fez-me lembrar uma abelha atrás de um menino.
Depois, a segunda música, fez-me lembrar gotas de chuva a cair e um recital de piano.
Quando estava a pintar, senti que estava a fazer uma obra de arte abstracta.
Raquel Reis


Na primeira música, parecia que ouvia um zumbido a ir atrás de um menino de um lado para o outro. Senti vontade de pintar com força.
Na segunda música parecia que sentia bolinhas a caírem e a voarem…
Eu pintei como se bolhas, estivessem a cair no papel.
Sofia Martins

Eu senti que era um pintor famoso, porque parecia que estava a fazer uma obra de arte, à frente de milhares de pessoas.
Quando acabei a minha obra, parecia que ia morrer miseravelmente porque senti-me como um velhote.
João Mugeiro

Quando comecei a pintar, senti alegria, confiança e senti-me como um pintor.
Quando ouvi a primeira música, parecia que uma abelha estava a tentar picar um menino, mas também parecia uma mosca a voar.
Francisco Ventura

Na primeira música, parecia que senti uma mosca e duas abelhas atrás de cinco meninos e seis meninas, depois as duas abelhas e a mosca desistiram e foram embora.
Na segunda música, parecia que muitas pingas de chuva estavam a cair e também parecia que bolhas de sabão estavam a rebentar.
Eu senti-me bem quando estava sentado, quando estava a dançar e a pintar.
Alexandre Queiroz

Quando estava a ouvir a música, parecia que uma abelha estava a perseguir um menino em movimentos circulares e que ele ia contra uma árvore. A abelha não o conseguiu apanhar, porque também foi contra a árvore.
Ao som da música pareceu – me que ia derreter.
Rita Assunção

Eu senti que a música fazia o coração dar um pulinho, porque a primeira melodia era muito barulhenta e forte. Na música lenta e suave senti-me mais calma e com um pouco de imaginação, parecia que estava a flutuar.
Enquanto pintávamos, a nossa pintura crescia cada vez mais, tal como nós vamos crescendo sempre.
Na música calma, parecia que estava a chover e que bolhas de sabão rebentavam.
Carolina Fernandes

Quando ouvi a primeira música, parecia um polícia a andar atrás dum ladrão ou um palhaço a correr no circo. Depois o Vítor desligou a música e nós fomos pintar no papel. Pintei com verde, azul e vermelho.
A segunda música parecia um menino a chorar junto a um lago.
David Xia

A música era rápida, e parecia-me que havia um palhaço a dançar em círculos e um homem a tocar trompete.
Na música mais lenta, ouvi um piano, um violino e pareceu-me ver estrelas a brilhar e a chuva a pingar suavemente do céu.
Manuel Costa

Quando ouvi a primeira música, parecia que eram muitos instrumentos musicais a tocarem e que uma vespa ia atrás duma pessoa.
Quando ouvi a música lenta, parecia uma pessoa aborrecida. Também me parecia que estava a chover.
Eu gostei quando pintámos ao ritmo da música.
Tomás Bettencourt

Quando comecei a pintar, senti-me bem, feliz, alegre e também nervosa.
Quando acabei de pintar, sentei-me no chão e ouvi outra música. Essa música fez-me lembrar coisas calmas, divertidas e tristes.
Quando fui pintar outra vez, senti-me calma e feliz. Eu imaginei uma menina a chorar e uma das lágrimas caiu na bolha de sabão e rebentou-a.
Eu gostei de pintar com a música a tocar. Senti-me bem.
Maria Cercas

Ao ouvir a primeira música, senti um zumbido forte, e lembrei-me de uma mosca a voar.
Ao pintar, senti vontade de desenhar linhas curvas, muitas curvas.
Ao ouvir a segunda música, lembrei-me das ondas do mar. Pintei pintinhas e curvas, muitas curvas.
Rita Benedito

Ao ouvir a primeira música, parecia que ouvia uma abelha que queria picar uma pessoa.
A segunda música, parecia uma menina a fazer bolinhas de sabão ao pé de mim e as bolinhas rebentavam.
Gostei muito de desenhar com tinta no papel, porque quando estava a pintar parecia que uma abelha estava ao pé de mim.
Catarina Martins

Ao pintar, parecia que estava nas nuvens e que estava no espaço a flutuar.
Na primeira música, parecia que uma abelha estava a correr atrás de um menino.
Martim Cabrita

A primeira música parecia uma mosca a voar muito rápido.
E a segunda parecia bolas de sabão a rebentarem.
Eu senti-me feliz porque estava a gostar de ouvir a música e de pintar.
Bárbara Fernandes

Quando ouvi a música, parecia que um menino estava a correr e ia contra uma árvore, onde estava um cão sentado numa forquilha. Quando chocou contra a árvore, esta caiu em cima da forquilha e o cão voou.
Alexander Humphries


Informação da professora:
A primeira música que ouvimos foi “O voo do moscardo” de Rimski-Korsakov.
Fizemos a primeira pintura ao som de “Badinerie” de Bach e a segunda, ouvindo Chopin, “Nocturno em Mi menor”.


terça-feira, 23 de março de 2010

Manuel Cargaleiro no Colégio da Penina




ENTREVISTA
Onde nasceu?
Portugal é um rectângulo e é cortado pelo rio Tejo, que nasce em Espanha, atravessa Portugal e vai até Lisboa. Eu nasci no lugar onde o Tejo entra em Portugal, chama-se Vila Velha de Ródão. Lá existem umas rochas muito bonitas que se são as Portas de Ródão. Eu nasci mesmo aí.

Qual é a sua cor preferida?
Eu uso muito a cor azul nos meus quadros. Isto porque, tal como vocês, eu vivi perto do mar e então olhava para o mar e para o céu e era tudo azul. O azul influenciou-me. Se estivermos muito tempo a olhar para uma cor, acabamos por ser influenciados e pintamos mais com essa cor.

Porque é que usa quase sempre formas geométricas nos seus trabalhos?
Não sei se repararam, cá em Portugal muitas casas são revestidas por azulejos. O azulejo é um quadrado e o quadrado é uma forma geométrica, e quando eu era jovenzinho comecei a pintar azulejos, como vocês fizeram hoje. Foi a partir do azulejo que eu comecei a usar as formas geométricas, depois nunca mais parei. Com o quadrado e o círculo podem-se fazer muitas coisas muito bonitas.

Qual é o seu quadro preferido?
Isto é como se te perguntassem se gostas mais do pai ou da mãe, e tu respondes dos dois. Se me perguntares se eu gosto do quadro mais bonito ou do mais feio, vou dizer-te que gosto dos dois. São todos meus quadros!

Qual é o material usa para fazer a sua pintura?
Faço da maneira mais simples, como vocês também podem fazer em casa: com água, com guache. Pedem aos vossos pais para vos comprarem papel, guache e pincéis, depois podem pintar. Tenham cuidado para não sujarem a casa toda. O guache é um material muito bom para trabalharem. Há outras técnicas, como o óleo, mas vocês ainda são pequeninos para isso. O pastel de óleo é também muito bom para usarem. Todos devem trabalhar em casa e fazerem pinturas. Digam lá em casa que é importante ter material e um cantinho para pintarem.

Faz desenhos grandes ou pequenos?
Para fazer os desenhos basta ter um lápis ou uma caneta. Fica muito bem fazer desenhos pequeninos e depois começar a brincar e fazer desenhos grandes. Se tiver uma folha grande, faço um desenho grande, se for uma folha mais pequenina, faço desenhos mais pequeninos. Eu acho que fazer desenhos mais pequeninos também fica muito bonito. É preciso é fazer muitos desenhos.

Onde é que aprendeu a pintar?
Ah! Eu vou dizer-te uma coisa, o pintar depende da boa vontade. Os meninos devem jogar um bocadinho à bola, andar a correr e depois ir para casa e fazer uns desenhinhos, sabes que isso faz bem, é uma disciplina. Não é só andar sempre a brincar. Quando fores mais velho, vais ter professores que te vão orientar e ensinar. Mas agora, o menino que goste da pintura, tem de fazer desenhos da sua cabeça. Aprendemos a pôr no papel, aquilo que vimos e gostamos de ver.


Quanto tempo demora a pintar uma tela?
Há telas que demoram muito tempo e há outras que demoram pouco tempo. As que demoram muito tempo, nem sempre são as mais bonitas. Às vezes, demoro muito tempo a fazer um trabalho e ele não sai tão bem, mas o principal é ficarmos contentes quando o acabamos. Isto é uma pergunta tal como o tempo que demoramos nos trabalhos de casa. Há trabalhos de casa que são interessantes e há outros que são muito difíceis. Dependem da nossa disposição. Quem quiser fazer coisas bonitas, tem de trabalhar muito.

Com que idade fez a sua primeira “obra de arte”? Lembra-se o que fez?
Quando tinha a vossa idade, andava na escola e, ao lado da escola, havia um oleiro que tinha barro, como este com que vocês hoje brincaram, e eu via-o fazer aquelas coisas na roda e achava aquilo uma coisa linda. Eu também gostava de brincar com barro, e levava barro para casa para modelar, fazer bonequinhos. Eu tinha muita paciência, perdia muito tempo a modelar. Vocês devem também brincar com barro, porque eu sei que há meninos que só gostam de ver televisão. Isso não é bom. É preciso saber brincar de outra maneira. Eu gostava que vocês também gostassem de brincar com barro.

Gosta mais de pintar tela ou azulejo? Porquê?
Eu gostava muito de pintar azulejos e comecei a pintá-los. O que é preciso é concentrar-nos muito naquilo que nos der prazer. Se me apetecer pintar a óleo, pinto, se me apetecer pintar azulejos, pinto. Devemos fazer aquilo de que se gosta.

Que tipo de pinturas faz?
Eu saio de casa e vou passear, por exemplo, a Lagos. Ando a passear pelas ruas e absorvo o que vejo. Inspiro-me nas cores que vejo, nas árvores, nas casas, nas cores das casas, na paisagem e depois chego a casa e pinto. Eu faço uma pintura de interpretação livre. A sensibilidade da pessoa é mais importante do que fazer uma reprodução perfeita de um barco ou de uma casa.

Quais são as cores que mais usa nas suas obras?
Eu inspiro-me por onde passo. As cores que mais uso e que mais gosto são as que estão à minha volta e que me inspiram naquele dia. Há cores mais alegres e há cores mais tristes. Devemos pintar apenas com cores que gostamos e nunca com cores que não gostamos.

Quando começou a trabalhar passou por tempos difíceis?
Todas as profissões são bonitas, são boas. É preciso a pessoa sentir-se feliz naquilo que faz. A profissão que eu escolhi, que é ser pintor, é uma profissão muito difícil. Ninguém nos conhece, não sabemos se as pessoas gostam, ou não gostam. As primeiras coisas que comecei a vender, para ganhar a vida, foram imagens e o que modelava. Vendia pouquíssimo e baratíssimo, ganhava muito pouco. A vida de um pintor, de um artista, é uma vida muito difícil, de muitos sacrifícios. Não imaginem que é uma vida fácil. A minha mãe juntava dinheiro para me dar para eu poder pintar, porque o que eu ganhava não chegava. Os meus pais tinham que me ajudar.

Alguma vez pintou o seu retrato? Como pintou?
Por acaso pintei o meu retrato e dei a uns amigos. Pintei vários. Por mais que pinte retratos, são sempre diferentes. Não pintei, foi desenhado.

terça-feira, 2 de março de 2010

Reconto da Lenda: "O SENHOR JESUS DE ALVOR"

Há muito tempo estavam uns pescadores de Alvor a pescar quando avistaram um caixão. Não se ouvia falar de naufrágio há algum tempo, por isso, eles estranharam aquele caixão que, por sua vez, seguia em direcção a Alvor.
Quando o caixão encalhou na areia da praia, os pescadores puseram os barcos em terra e dirigiram-se à vila para contar o que tinham visto.
A população desceu à praia e decidiu abrir o caixão, o que não foi nada fácil! Quando o abriram, estava uma doce imagem do Senhor Jesus Crucificado. Ficaram a olhar uns para os outros, indecisos. Entretanto, alguém sugeriu que a imagem fosse para a Igreja Matriz. Foram precisos quinze homens para pôr a imagem às costas e estava no fundo do caixão um letreiro que dizia: "Senhor Jesus - Praias de Alvor". Maravilhados com aquela prenda do Céu colocaram-na no altar da Igreja Matriz.
Certo dia, o povo de Portimão resolveu roubar o Senhor Jesus a Alvor. Na noite combinada, os portimonenses colocaram o enorme crucifixo numa carroça atrelada a duas juntas de bois enquanto toda a vila dormia. Em silêncio caminharam até Portimão mas, chegando ao sítio das Morticeiras, não andaram mais porque ali era 0 limite das duas freguesias e a imagem pertencia a Alvor. Os ladrões, envergonhados e arrependidos, repuseram a imagem no altar da Igreja Matriz, a fim de que não se soubesse de nada.

Reconto e trabalho em plasticina- 3ºAno

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

A verdadeira história da batalha de S. Mamede




A verdadeira história desta batalha deve-se à couve-galega. Ora vejamos:

O bobo Curvoraminho mandara plantar couves portuguesas em S. Mamede, lá para os lados de Guimarães.
Como a D. Teresa quis festejar o quinto aniversário do seu Afonsinho, reuniu no castelo de Guimarães alguns convidados: D. Urraca, os primos da Maia, Egas Pedagogo e o Bispo D. Hugo.
Para os festejos foram confeccionadas muitas iguarias preparadas pelos Figurantes. No menu havia uma sopa de couve-galega.
Ao provar a sopa, Afonsinho exclamou:
- Mas que couve tão dura!
Egas acrescentou:
- É couve-galega.
- Galega?! Mãe, couve-galega? Não tinhas couve portuguesa em S. Mamede? – perguntou Afonso indignado.
- Sim, filho. Foi uma cortesia que fizemos à tua tia.
Afonsinho respondeu:
- Não pode ser! Estamos em Portugal e devemos comer couve portuguesa.
Os primos da Maia ironizaram:
- Não há couve melhor que a galega!
D. Urraca acrescentou:
- Tendes razão, a couve portuguesa não é tão boa.
Perante o conflito, o Bispo disse:
- Tenham calma, Deus gosta de todas as couves.
Tudo acalmou, mas anos mais tarde Afonsinho ordenou que se enviassem duas mil couves portuguesas para oferecer aos galegos.
Como os galegos se sentiram ofendidos, pediram ajuda a D. Teresa para destruírem a plantação de couves portuguesas.
Sabendo disso, D. Afonso organizou um grupo de soldados para defenderem a plantação. Ao chegarem a S. Mamede, viram o inimigo armado com milhares de couves-galegas.
Diz o Bobo:
- Ao ataque! Atirem-lhes as couves portuguesas!
Diz D. Afonso a sorrir:
- Truz, mesmo em cheio na testa do galego.
A batalha só terminou quando uma couve portuguesa, bem tronchuda, foi bater na careca do comandante galego.
- Socorro! Fujam das couves portuguesas! – gritou o comandante.
E foi assim que a identidade dos portugueses nasceu graças à batalha das couves de S. Mamede.

Hoje em dia, não andamos em guerra com os espanhóis, por isso podemos ir ao supermercado e ver as couves portuguesas e as galegas, lado a lado, como se nada tivesse acontecido.


Beatriz Gomes, 10 anos, 4º ano

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

É Inverno, chove e faz frio

É Inverno, chove e faz frio
Nós fazemos snowboard
Porque há muita neve.
A Rita e o João patinam com o tio.

Ficamos à porta de casa
A ver a neve cair
Muito leve, muito leve
A atirar bolas de neve
Faz muito, muito frio
E nós…
Ainda fazemos bonecos de neve.

João e Rita Benedito - 7 anos - 2º Ano

No Inverno fazemos esqui

No Inverno fazemos esqui
E por vezes snowboard
Bonecos de neve para ti
E fazer outra vez esqui.

Carolina Rodrigues, Alexandre Queiroz e Manuel - 7 anos - 2ºAno

Anjos na Neve

Relembrámos que o Inverno
Nos traz neve e gelo
Para fazermos snowboard
E magoarmo-nos no cotovelo.

Com a neve construímos
Grandes bonecos de neve
Deitados na neve fingimos
Ser pequenos anjos
A pousar ao de leve.

Bárbara, Maria e Rita Assunção - 7 anos - 2ºAno

Veio o Inverno

Veio o Inverno e traz muito frio.
Fazemos esqui, snowboard ou sku.
E patinamos no gelado rio
a dançar e a brincar.
Os animais, nas suas tocas,
vão hibernar.

Raquel, David e Carolina Sousa - 7 anos - 2ºAno

O Inverno

Inverno é a minha estação preferida
No Inverno bebemos chocolate quente
Sentados à lareira acesa
E a olhar o fogo de frente.
Martim, Alexander e Carolina Fernandes – 7 anos – 2º Ano

Dias de Inverno

Os dias de Inverno
Dão para fazer ski.
Os meninos têm muito frio
O Inverno é mesmo assim.

Chocolate quente com natas
Bebemos para aquecer
Casaco, cachecol e gorro
Vestimos para não arrefecer.

Francisco, Sofia e Catarina – 7 anos – 2ºAno

Inverno

Normalmente no Inverno
Vamos à neve esquiar
Snowboard fazer
Ou no trenó deslizar.

O Inverno normalmente é um Inferno
Em casa temos de ficar
Porque chove muito
E eu não me quero molhar.

Madalena e Tomás – 7 e 8 anos – 2ºAno

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

A Lupa


Nathaniel - 1º Ano - 6 anos

O camelo


Guilherme - 1º Ano - 6 anos

A mota do Paulo


Alex - 1º Ano - 6 anos

A roupa da Lolita


Ariana - 1º Ano - 6 anos

O apito


Joana - 1º Ano - 6 anos

A flor da Lili


Carolina Vitorino - 1º Ano - 6 anos

O ovo da Violeta






Mafalda - 1º Ano - 6 anos

O leite da Mimi







Maria Leonor - 1º Ano - 6 anos

A Viola do Pai








Martim - 1º Ano - 6 anos

O rato da Mimi


Nuno - 1º Ano - 6 anos

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

As nossas histórias de Natal...

O menino curioso e o Natal
Num dia de Inverno, perto do dia de Natal, um menino pequeno perguntou à mãe:
- O que é o Natal?
- Senta-te ao meu colo. - disse a mãe e começou a explicar - O Natal começou quando o Menino Jesus nasceu.
- Quem é o Menino Jesus? - perguntou o menino.
- O Menino Jesus foi um menino que quando nasceu os três Reis Magos, Melchior, Baltasar e Gaspar foram ao seu encontro e levaram presentes: ouro, incenso e mirra. - acrescentou a mãe - Este Menino foi esquecido e entretanto apareceu o famoso Pai Natal.
- O senhor que entrega as prendas? - perguntou o menino.
- Sim, as crianças têm de escrever uma carta a pedir o que desejam para o Natal. - disse a mãe.
O menino curioso continuou:
- Onde vive o Pai Natal?
- O Pai Natal vive no Pólo Norte.
- Como ele viaja num trenó puxado por renas voadoras? Elas têm asas?
A mãe disse:
- Não, elas voam com um pó mágico que os duendes do Pai Natal fazem na fábrica dos brinquedos e assim podem voar.
Na noite de Natal o menino quis ficar a pé e não queria dormir, a mãe disse que não valia a pena porque o Pai Natal era mágico e nunca o ia conseguir ver.
O menino não ligou. Mas não conseguiu ficar a pé a noite toda e adormeceu.
No dia seguinte, ele estava rabugento e a cair para o lado de sono, mesmo estando nesse estado foi brincar com os amigos. A brincadeira correu mal, cada passo que dava, um trambolhão!
Quando voltou para casa abriu as prendas e ficou muito feliz. O Pai Natal tinha-lhe dado tudo o que pedira!
Texto:Dimitri Poussier- 3ºano
Desenhos: André Guerreiro / António Guimarães - 3ºAno
João Pinto / Tomaso Lorenzi - 3ºAno
Diogo Reis / Frederico Baptista - 3ºAno
O Pedro e o Pai Natal

O Pedro não gostava do Pai Natal, pensava que ele era um velho feio e mau.
Na noite de Natal, o seu pai mascarou-se de Pai Natal e o Pedro fugiu. De repente apareceu o verdadeiro Pai Natal, ele nem acreditava no que via, um trenó com vinte e uma renas!
O Pai Natal viu-o e disse:
- Vem conhecer a minha fábrica de brinquedos, as minhas amigas renas e os elfos.
O Pedro saltou para o trenó e numa nuvem de fumo desapareceram juntos.
- Pai Natal é aquela casa gigante, a tua fábrica? - perguntou o menino.
- É sim, vamos aterrar! - respondeu o senhor de barbas brancas.
E puf estavam em terra!
Pedro espreitou pela janela, viu os elfos a trabalharem nos tapetes rolantes, em muitas máquinas como as de fumo e a sala onde as crianças pediam os seus maiores sonhos e brinquedos.
- Eu gosto muito do Menino Jesus! - comentou o Pedro.
- Eu também. - disse o Pai Natal com um sorriso alegre.
De repente, ele abre a porta da sua fábrica e os elfos disseram em coro:
- Olá, nós somos os elfos, os ajudantes do Pai Natal!
E o Pedro respondeu:
- Eu sou o Pedro e não gostava dele antes de conhecê-lo!
- Vem ver os brinquedos que fabricamos! - convidou o Pai Natal.
O menino olhou para o lado e viu uns trenós de brincar, renas e muitos mais brinquedos.
As renas disseram:
- Pedro, o Natal transmite Paz, Bondade, Amor e foi neste dia que o Menino Jesus nasceu!
- Olhem tenho de voltar para casa para montar a minha árvore de Natal. - disse o menino.
Neste momento, o Pedro acordou, tinha sido só um sonho. Nada mais que um sonho e voltou a adormecer.
Nunca mais na vida o Pedro se esqueceu daquele sonho tão especial de Natal!

Texto: Cristiana Oliveira - 3ºAno
Desenhos: Martim Cunha / Tiago Figueiredo - 3ºAno
Dimitri Poussier / Jorge Escudeiro - 3ºAno
Cristiana Oliveira /Joana Pereira / Kiana Goodchild - 3ºAno

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

A baleia heroína

Num dia de Verão, uma baleia de olhos verdes viu o seu amigo polvo dentro de uma caixa. Tinha sido capturado pelos pescadores!
A baleia pediu aos peixes, às lulas e às estrelas-do-mar para lhe ajudarem a salvar o polvo.
Todos decidiram ajudar e formaram um grande cardume para atacarem o barco.
Os pescadores como nunca tinham visto um cardume tão grande, assustaram-se e fugiram! O polvo foi salvo.
A baleia, os peixes, as lulas e as estrelas-do-mar ficaram os melhores amigos do polvo!


Texto: Jorge Escudeiro - 3ºAno
Desenhos:Joana Pereira e Tomaso Lorenzi/
Dimitri Poussier e Tiago Figueiredo-3ºAno

A Super Tartaruga

Era uma vez uma Super Tartaruga, a melhor do Planeta da Tartaruguesa.
Ela salvava outras tartarugas e lutava contra os maiores animais de outros planetas.
Mas, a Super Tartaruga era tão distraída e fazia tantos disparates que teve de ter aulas de Karaté com uma tartaruga que sabia muito sobre esta arte!
Passados muitos dias de treinos, ela tornou-se a melhor do Mundo! Lutou contra lobos, elefantes, cangurus, cavalos e outros animais que punham em perigo os seus amigos. A Super Tartaruga ganhava muito dinheiro e assim conseguia comprar super poderes. Os super poderes eram bolas de fogo e uma corda para poder andar no ar.
Ela foi feliz para sempre...

Texto: Kiana Goodchild- 3ºAno
Desenhos: Frederico Baptista e João Pinto/
Cristiana Oliveira e Diogo Reis - 3ºAno



terça-feira, 29 de setembro de 2009

A Menina do Mar


Era uma vez uma casa branca, com uma porta, sete janelas e uma varanda de madeira pintada de verde. Situada junto à praia, virada para o mar. Em roda da casa havia um jardim de areia, com Lírios brancos e com uma planta que dava flores rosas, brancas e roxas. Lá vivia um rapazito, que ia brincar para a praia todos os dias. Uma certa noite fez, uma grande tempestade. Nessa noite o rapazito não conseguia dormir, por causa da tempestade. Mas com o bater das ondas lá conseguiu ele adormecer.
No dia seguinte estava um lindo dia, até parecia que a tinha a tempestade tinha sido um simples sonho. Mas o rapaz apercebeu-se logo que não tinha sido um sonho, pois estava lá a espuma das ondas da tempestade do dia anterior. Vestiu o fato de banho e foi brincar para a praia. Brincou e brincou, saltou de poça em poça até que chegou a uma praia deserta. Brincou e nadou, ainda mais, até que se apercebeu que estava na hora de ir para casa e subiu para uma rocha a secar. Toda tranquila, lá na rocha, começou a ouvir uns barulhos estranhos. Parecia riso, um era bastante fininho, outro era grosso, outro parecia estar de baixo de água, e ouro parecia quase normal. Escondeu-se por trás de duas rochas e viu um peixe, polvo, caranguejo e uma menina que era muita pequenina, tinha cabelos verdes, olhos roxos e um vestido feito de algas vermelhas. Pareciam estar-se divertir. Até que a menina disse aos quatro amigos que queria dançar. O peixe batia com as barbatanas na água, o caranguejo fazia castanholas das suas tenazes, o polvo subiu a uma rocha, esticava sete dos seus tentáculos e com outro tocava guitarra e a menina dançava alegremente. Passou alguns minutos, e o mar começou a subir. Os quatro foram para uma gruta pequenina. O menino foi atrás deles mas não conseguiu entrar por a gruta era demasiada pequena. E foi para casa. No dia seguinte onde tinha encontrado a menina, lá estava ela com os amigos. Foi lentamente até eles, sem eles aperceberem, e agarrou a menina. O polvo foi subindo pelas pernas ele, o peixe mordia os pés, caranguejo beliscava-lhe os calcanhares e a menina chorava a pedir ajuda.
O rapazito correu para longe e disse:
- Por que choras?
- Tu vais fritar! Disse a menina.
- Não, eu não te vou fritar. Porque é que eu iria fritar uma menina tão pequena e tão bonita?
-Os peixes dizem que os homens fritam tudo o que lhes aparecem à frente. Disse a menina.
-Não, isso são os pescadores e não sou um pescador. Prometo que não te frito. Anda, senta-te conta tudo sobre ti. Prometes que não fozes? Disse o Rapazito.
-Sim, prometo. Eu chamo-me Menina do mar, vou contar como cheguei até aqui.
Um dia uma gaivota trouxe-me no bico e deixou-me na praia. O peixe, o caranguejo e o polvo encontraram-me e cuidaram de mm. A minha casa é numa gruta, quem cuida mais da casa é o polvo porque arruma a casa, faz a minha cama, põe a mesa e alisa a areia do chão da casa. O caranguejo é o cozinheiro, o costureiro e o ourives. O peixe não faz nada, é o meu melhor amigo, porque nunca mete de castigo, porque não tem braços.
- Sabes? Eu também sou bailarina da raia, que é Dona dos mares.
O rapazito viu que maré estava a encher e foi levar a Menina do Mar aos amigos. Quando chegou, os amigos atacaram novamente e a Menina do Mar disse.
-Deixam-no, ele é meu amigo!
E largaram-no. O menino disse:
- Queres conhecer a terra?
- Sim, sim! Amanhã traz-me uma coisa da terra.
No dia seguinte, o rapazito levou uma rosa do seu jardim, para a Menina do Mar. Quando chegou, disse:
Isto é uma rosa, que trouxe do meu jardim é uma flor. As flores cheiram muito bem. Queres cheirá-la?
A menina enfiou a cabeça dentro da rosa, cheirou-a e disse:
-Tem um perfume muito bom. Mas fez-me sentir tonta e triste. As coisas da terra são estranhas!
-Será que tens saudade?
-O que é saudade?
- A saudade é quando perdemos algo de que gostamos muito. Explicou a rapazito.
-Agora estou muito triste. Queixou-se a menina.
O rapazito, ouvindo isso, atirou rosa fora e disse:
-Esquece a rosa e vamos brincar!
Divertiram-se muito, até que a maré encheu e o, menino disse:
-Amanhã encontramo-nos á mesma hora no mesmo sitio.
No dia seguinte, o rapazito trouxe-lhe uma caixa de fósforos mostrou-a á menina e ela disse:
-Isso não é tão bonito.
-Pois não, mas por dentro é lindo!
O rapazito tirou um fósforo e acendeu e a menina começou a dançar e disse:
É lindo! Posso tocar?
Não, não. O fogo pode ser lindo, mas é perigoso!
E com um simples sopro, o menino apagou o fogo. E a menina disse:
-És bruxo! Apagaste o fogo com um só sopro.
-Não, o fogo quando é pequeno é o melhor amigo do homem, mas quando é grande, enlouquece, e pode matar muitas florestas e pessoas.
- Não sabia! Vamos brincar!
Brincaram muito até que a maré encheu e o menino disse:
- Amanhã encontramo-nos à mesma hora, no mesmo sítio.
No dia seguinte o menino trouxe um copo, pequenino, com vinho.
- Isto é vinho. As pessoas que o bebem ficam muito alegres.
- É bom?
-Não sei. Se quiseres, prova!
E a menina bebeu e ficou muito alegre.
- Sabes eu gostava de conhecer a terra! – Disse a menina.
- Então vem!
- Eu não posso sair da água, durante muito tempo, senão seco.
- Então amanhã trago um balde e encho com água do mar e vamos ver a cidade.
- Está bem! Até amanhã!
No dia seguinte, como o prometido, o rapazito trouxe o balde. Quando chegou ao ponto de encontro, viu que os seus amigos estavam muito tristes e perguntou-lhes:
- O que é que foi?
- Os búzios que são os ouvidos do mar, ouviram a nossa conversa e disseram à raia e agora vai-me mandar para outra praia.
- Mas ainda temos tempo de fugir.
- Não, não conseguimos! Os polvos estão em toda a praia.
- Isso é o que vamos ver! Anda, salta para o balde.
A menina saltou para o balde. Os polvos fizeram um círculo em volta dele e ele tentou saltar por cima dos polvos, mas eles agarraram-no pelas pernas e ele caiu e eles apertaram-lhe o pescoço. E ele desmaiou.
Depois de ele acordar, viu que a menina não estava ao pé dele.
- Passados alguns meses, passou uma gaivota e deu uma volta em roda do menino, deixou cair uma garrafa e disse:
- Vem do lado da Menina do Mar.
- Para que é que serve?
- Bebe e ficarás como a Menina do Mar, conseguirás respirar debaixo de água.
Ele bebeu, e a gaivota disse:
- Está ali um golfinho à tua espera, ele guia-te até ela.
Foi até ao golfinho e nadaram sessenta dias e sessenta noites. Até que chegaram a uma ilha. O menino entrou numa gruta e disse:
- Estou aqui, já cheguei!
Houve um momento de grande confusão, mas depois já se acalmaram.
O menino perguntou:
- Como é que me mandas-te aquilo?
Houve uma festa, no palácio do Rei e eu fui dançar. Mas dancei tão mal que o rei perguntou o que se passava, os meus amigos disseram tudo o que se passou, e o rei mandou a bebida para ti.
Passado alguns dias, o rei organizou uma festa onde a Menina do Mar ia dançar.
Dançou tão bem como ninguém tinha visto.

História de Sofia de Melo Breyner Andresen recontada e desenhada por:
Joana e Laura - 4ºA

quinta-feira, 26 de março de 2009

Corre, corre, garrafão




Era uma vez uma ocre, de nome Fiona, que morava numa casinha à beira de um pântano.
Quando queria visitar os amigos ou familiares, que moravam longe, tinha de dar uma grande volta, para não atravessar o pântano, onde havia muitos crocodilos.
Certo dia quando foi visitar o seu amigo, Gato das Botas, resolveu atravessar o pântano, por ser mais perto.


No caminho encontrou um crocodilo.
- Onde pensas que vais, miúda ?
- Vou ver o meu grande amigo Gato das Botas.
- Olha que não vais, não, porque eu vou comer-te e é já!
- Não preferes comer uma miúda bem mais gordinha ?
Fiona explicou ao crocodilo que se ele tivesse um pouco de paciência poderia comê-la quando viesse da casa do amigo, porque lá era tão bem tratada, que até engordava uns quilitos.
- O meu amigo é bom cozinheiro, faz uns doces maravilhosos. Se esperares por mim, até te trago mousse e ovos de chocolate para a sobremesa.
Então o crocodilo deixou-a ir.
Mais adiante encontrou outro crocodilo a quem contou a mesma história. E o crocodilo deixou-a ir.
Assim, Fiona chegou à casa do Gato das Botas que a recebeu e tratou muito bem. Quando lhe apeteceu voltar para casa, o Gato das Botas não queria deixá-la ir pelo caminho do pântano, por causa dos crocodilos. Mas ela, que era uma mulher corajosa, teimou que ia, mas protegida, dentro de um garrafão.
O amigo deu-lhe o garrafão, ela enfiou-se lá dentro com alguma dificuldade, devido à elegância, e toca de andar que se faz tarde…
Um dos crocodilos, quando viu o garrafão, perguntou-lhe:
- O garrafão, viste por aí uma miúda ?
A Fiona, dentro do garrafão, disfarçou a voz e cantou:

«Não vi miúda, nem miudinha,
Não vi miúda nem miudão.
Corre, corre, garrafinha,
Corre, corre, garrafão.

E pôs-se a correr. Só se lhe viam as pernas e os sapatos, truc-truc, truc-truc, a fazer saltar a lama do caminho.
Mais adiante encontrou o outro crocodilo que também lhe perguntou:
- O garrafão, viste por aí uma miúda ?
Fiona, enquanto corria, respondia:

«Não vi miúda, nem miudinha,
Não vi miúda nem miudão.
Corre, corre, garrafinha,
Corre, corre, garrafão.»

Assim chegou a casa sem que nenhum mal lhe acontecesse.
Quanto aos crocodilos, parece que ainda continuam, de água na boca, à espera que Fiona lhes traga uma tachada de mousse e ovos de chocolate…


História inspirada em «Corre, corre cabacinha» de António Torrado
Alunos do 1º Ano - 6 anos

quarta-feira, 25 de março de 2009

A Sara Jardineira


Ilustração Carolina - 3 anos

O Ratinho Ratão


Ilustração Salomé - 3 anos

O Cozinheiro Maluco


ilustração Tomás R. - 3 anos

quinta-feira, 19 de março de 2009

A nossa versão da história de António Torrado

A machada machadinha do José e da Joaquina

Joaquim e Joaquina eram muito apaixonados e iam casar. Joaquina era uma tonta desmiolada mas Joaquim gostava dela.
Os pais da Joaquina quiseram fazer um jantar para o Joaquim. Eles tinham uma surpresa para os noivos!
A surpresa era uma casa para morarem! Mas havia no tecto havia um pequeno machado esquecido pelos senhores das obras! A família começou a chorar de preocupação e desespero!
Para resolver aquela situação o pai pediu para que todos batessem o pé para o machado cair.
Joaquim ficou muito desiludido com aquela família e decidiu ir embora! Ainda avisou que só voltaria se encontrasse alguém mais desmiolado do que eles.
No caminho Joaquim encontra uma velha a empurrar um burro e sugeriu que a senhora se montasse no burro com uma cana de pesca e uma cenoura à frente do animal!
Mais adiante encontrou dois homens que não conseguiam abrir um cesto. Joaquim pasmado pede para rodarem a chave da fechadura!
Perto da montanha volta a encontrar alguém a precisar da sua ajuda... Um senhor cheio de calor e bastante agasalhado, aconselhou que tirasse alguma roupa pois estava muito calor!
Já perto de uma igreja estava uma noiva assustada porque tinha medo de cavalos. Como a igreja estava perto Joaquim sugeriu que ela fosse a pé.
Logo a seguir, ele encontra um casal a chamar pela fruta de uma árvore! Joaquim já não sabia como lidar com aquelas situações! Aconselhou que fossem arranjar um escadote!
Perto de uma casa reparou nos soldados que se atiravam para o chão para guardarem uma casa. Ele disse que bastava que estivessem de pé e bem atentos!
Joaquim decidiu voltar atrás, para a sua amada! Depois daquela gente desmiolada, a sua Joaquina tinha muito juizinho... tinha tirado e guardado o machado!

“E a história acaba aqui."

Texto: Alunos do 2ºAno
Desenhos: Tomaso Lorenzi e Henrique Duarte - 2ºAno
Tomás Carvalho e Vanessa Lola- - 2ºAno
André Guerreiro e Kiana Goodchild - 2ºAno

quinta-feira, 12 de março de 2009

Rima da Noémi


A galinha

Comeu uma espinha

E ficou doentinha.


Noémi - 5 anos

Rima do Rodrigo


O gato

Comeu o lagarto.


Rodrigo - 5anos

Rima do Alex


A horta estava plantada

E a Margarida estava sentada.



Alex Cruz - 5anos


Rima do Diogo


Dei um trambolhão

E fui com o joelho ao chão.


Diogo - 5 anos

Rima da Carolina Vitorino


Na flor bonita

Voa a abelhita.


Carolina Vitorino - 5 anos

Rima da Mariana


O barquinho a navegar

E o peixinho a nadar.


Mariana Inácio - 5 anos

A ondinha curiosa






Certo dia, no mar alto, nasceu uma onda mais atrevida que as suas irmãs. Saltava mais alto, corria mais longe, trepava aos rochedos escarpados e era sempre a última a voltar para o mar. Um dia, ajudada pelo vento, a ondinha curiosa subiu mais alto do que costume e ficou admirada com o que viu. Ficou fascinada e deixou-se ficar.
Quando quis regressar ao jogo do avança-recua das suas irmãs, sentiu que ficara presa na cova do rochedo; faltavam-lhe as forças para sair e correr…

… continuámos esta história, inventando-lhe um final.



…E ali estava a ondinha presa no rochedo.
O senhor Mar, zangado por ela ser tão rebelde, e para que lhe servisse de castigo, ficou em maré baixa, para que ela tivesse muitas dificuldades em sair.
O senhor Sol teve pena da ondinha. Então ficou tão quente, tão quente que a ondinha se evaporou do rochedo.
Quando a ondinha chegou à atmosfera, ficou espantada com tudo o que via, pois era a primeira vez que se tinha evaporado. A ondinha começou a ficar com frio, por isso ela resmungou consigo própria:
- Porque é que eu não trouxe o meu cachecol?
A ondinha transformou-se de novo em água, entrou numa nuvem que estava com dores de barriga. A nuvem começou a chorar e a ondinha caiu no mar, de onde tinha saído.
A ondinha ficou muito feliz e prometeu nunca mais ser tão curiosa.



Zé Pedro - 4º Ano

E ali estava a ondinha presa no rochedo. A onda estava presa no rochedo mas conseguia ver muitos animais como: golfinhos, tubarões e caranguejos. Mas nenhum a conseguia ajudar.
Só a baleia constipada é que conseguiu. É que a sua mãe tinha-lhe dito para beber água quente e como a ondinha estava muito quentinha, a baleia decidiu bebê-la.
Quando se preparava para beber a ondinha, ela pediu-lhe:
- Não me bebas, ajuda-me a sair daqui!
Então a baleia que sentiu pena da ondinha, pensou em como tirá-la dali. Decidiu espirrar com muita força para provocar um tsunami, para que a ondinha conseguisse sair do rochedo.
A ondinha, muito contente, agradeceu à baleia. Voltou ao mar e contou às amigas o que se tinha passado e que as baleias são as melhores amigas das ondas.


Nuno Martins - 4º Ano

terça-feira, 10 de março de 2009

Pequenas histórias...

O menino e o computador

Era uma vez um menino que gostava muito do seu computador.
O menino passava dias e dias frente ao computador até que houve um dia que a sua mãe se aborreceu porque ele já não ia às aulas, não almoçava, não lanchava e não jantava.
Então a mãe disse aflita:
- Pára já, meu filho, por favor!
- Nem penses, eu não vou sair daqui. – respondeu o menino zangado.
O pai quando chegou destruiu o computador por ele ser tão teimoso.
No dia seguinte o menino nem se lembrava do computador porque teve um dia em cheio, fartou-se de brincar com os colegas e as aulas correram muito bem.
Quando chegou a casa estava muito feliz, deu um beijinho aos pais e foi para o quarto tomar banho e fazer os trabalhos de casa. Depois jantou e dormiu.
Os pais ficaram muito contentes com a atitude do filho, ele tinha percebido que o computador não era a única coisa importante que ele tinha!

Texto: Francisco Costa e Luana Cardoso- 2ºAno
Desenho:Cristiana Oliveira e Jorge Escudeiro - 2ºAno

A princesa vaidosa

Era uma vez uma princesa que tinha vários vestidos. Para cada baile levava um vestido diferente com muitas pérolas mágicas.
Um dia levou ao baile do príncipe um vestido verde lindo com muitas pérolas brilhantes que faziam com que ela dançasse muito bem.
O príncipe chegou e perguntou se ela queria dançar com ele. Durante a dança apaixonaram-se, ele pediu-a em namoro e ela aceitou.
Passado algum tempo organizaram uma festa para o casamento.
No dia do casamento, o rei ficou muito contente e todos gostaram da festa.

Texto: Lara Lourenço e Bernardo Santos- 2ºAno
Desenho:Diogo Reis e Dimitri Poussier-2ºAno

domingo, 8 de março de 2009

A abelha perdida


Numa bela manhã, as abelhas de uma colmeia foram apanhar o pólen das flores. Uma pequena abelha distraiu-se com uma borboleta e afastou-se.
Quando anoiteceu ela não sabia onde estava e andou toda a noite à procura das outras abelhas.
No dia seguinte a abelha viu tanto pólen que quis provar mas lembrou-se que o pai tinha dito para não provar nada de estranhos. Ela lá conseguiu voltar para a colmeia mas antes, não resistiu e, apanhou o pólen todo que viu.
Quando a abelha chegou à colmeia todas ficaram contentes!


Texto: João Pinto e Joana Pereira- 2ºAno
1ºDesenho: Tiago Figueiredo e Vasco Macieira- 2ºAno
2ºDesenho: Frederico Baptista e Martim Cunha- 2ºAno

quarta-feira, 4 de março de 2009

Carta ao Capuchinho Vermelho




Portimão, 26 de Fevereiro de 2009

Minha querida amiga,
Espero que leias esta carta.
Sempre foste a minha personagem preferida...
Por tua causa a minha mãe lia a tua história muitas vezes.
Tu não fazes mais histórias com o lobo mau?
E achas que o lobo mau se salvou naquele poço enorme?
Ele estava cheio de pedras na barriga.
E a tua avó nunca mais ficou doente?
Eu sei que tu és do mundo da fantasia, por isso quando estiveres livre, vem a Lagos.
Até sempre Capuchinho Vermelho,
Eu adoro-te.
Um beijinho.



Joana Azevedo - 3ºAno