sexta-feira, 18 de maio de 2012

1º CONCURSO DE ARTE INFANTIL DO COLÉGIO DA PENINA - PREMIADOS


1º PRÉMIO
Cian Ryan Cascão
O Homem que faz Música
Aguarela e lápis de carvão com colagem de tecidos sobre papel
Missa de Bolsena de Rafael Sanzio
Colégio de São Gonçalo
Educadora Joana Rita Rocha

2º PRÉMIO
Rita Vitorino
Mulher ao Sol
Colagem sobre cartolina e pintura a canetas de feltro
Woman in Front of the Sun de Joan Miró
Colégio da Penina
Educadora Dora Silva

3º PRÉMIO
Matilde Sousa
Noite Estrelada
Aguarela sobre papel
Noite Estrelada de Vincent Van Gogh
Colégio da Penina
Educadora Rosa Ribeiro
MENÇÕES HONROSAS
Sofia Matos
Desfile Colorido
Marcador, tinta acrílica e colagem sobre tela.
Blue (Moby Dick) de Jackson Pollock
Colégio da Penina
Educadora Rosa Ribeiro

Amir Abou Hamia
O Marinheiro João
Aguarela sobre papel.
Carteiro Joseph Roulin de Vincent Van Gogh
Colégio São Gonçalo
Educadora Joana Rita Rocha

Antônio Vinícius Silva
O Homem da Barba
Aguarela sobre papel.
Criação Livre de Pedro Cabrita Reis
Colégio São Gonçalo
Educadora Joana Rita Rocha

Leonor Correia
A Mamã e eu
Aguarela e lápis de cera com colagem de tecidos sobre papel
Mulher com Sombrinha de Claude Monet
Colégio São Gonçalo
Educadora Joana Rita Rocha

Niamh Bugler
O Homem do Pau
Aguarela e lápis de cera sobre papel
Running Man de Joan Miró
Colégio da Penina
Educadora Rosa Ribeiro

A Exposição dos trabalhos realizar-se-á no Centro Comercial Continente entre os dias 16 e 30 de Junho. A inauguração oficial terá lugar no local da Exposição no dia 16 de Junho, às 16h00. A entrega dos prémios decorrerá durante a Festa de Finalistas, dia 30 de Junho, 18h00, nos Cinemas de Portimão.


quarta-feira, 7 de março de 2012

segunda-feira, 5 de março de 2012

1º CONCURSO DE ARTE INFANTIL DO COLÉGIO DA PENINA


REGULAMENTO


1.OBJETIVOS
O 1º Concurso de Arte Infantil do Colégio da Penina tem como objetivos estimular a criação, promover a arte infantil educar pela arte envolvendo várias entidades e empresas, os alunos, pais e escolas de Portimão e dos concelhos limítrofes.


2.DESTINATÁRIOS
Este concurso é destinado a todas as crianças nascidas entre 1 de Janeiro de 2006 e 31 de Dezembro de 2007 (alunos dos 4 e 5 anos do Jardim de Infância) que residam e frequentem as escolas dos concelhos de Portimão, Lagos, Lagoa e Monchique. A inscrição é gratuita.


3.CATEGORIAS
Haverá apenas uma única categoria a concurso, não havendo distinção de idades dos participantes ou dos materiais utilizados na realização das obras.


4.TEMA
As obras apresentadas deverão inserir-se no tema central do concurso “GRANDES PINTORES VISTOS POR NÓS”. Cada criança deve escolher um quadro de um pintor famoso e recriá-lo.


5.APRESENTAÇÃO DOS TRABALHOS
Os trabalhos são individuais, mas poderão ser orientados por um adulto (educadora ou pais). Todos os trabalhos devem ter um título e podem ser pinturas, colagens ou um misto, apresentados em tela, cartão, cartolina ou papel. As obras não podem exceder os 60 x 60 cm, nem podem vir assinadas, devendo ser acompanhadas pela respetiva ficha de inscrição, onde se inclui o título e o nome do autor do quadro original. Aquando da entrega das inscrições, todas as obras receberão um número que coincidirá com a ficha de inscrição, não tendo o júri conhecimento dos dados do autor.


6.CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Os trabalhos serão avaliados quanto à originalidade, beleza e técnica. As obras não têm que ser cópias do original, mas devem ser recriações, como indica o tema do Concurso é a visão das crianças.


7.CANDIDATURAS
Cada concorrente pode apresentar no máximo um trabalho, que tem de ser acompanhado da ficha de inscrição e de uma cópia de um documento identificativo da criança.


8.PRÉMIOS
Os vencedores receberão os seguintes prémios:
1º classificado  - uma Consola PSP E1004, Jogo Cars2, no valor de 109€, oferta do Centro Comercial Continente;
- um dia no Aquashow para dois adultos e uma criança uma oferta Best Travel;
-  material escolar de pintura para a escola frequentada pelo vencedor, no valor de 100€, oferta Duarte & Sequeira.
2º classificado  - um conjunto de pintura (no valor aproximado de 50€);
- uma tarde no Clube Pinguim, para 2 crianças, uma oferta do Hotel Le Meridien Penina Golf & Resort;
- material escolar de pintura para a escola frequentada pelo 2º classificado, no valor de 50€.
3º classificado  - um conjunto de pintura (no valor aproximado de 25€);
- uma tarde no Centro Hípico Santa Isabel para 2 crianças e 2 adultos.
Menções Honrosas - Haverá 5 menções honrosas que serão assinaladas na exposição final.


9. JÚRI
O júri será constituído por cinco elementos:
- um artista plástico de Portimão
- um elemento designado pela C. M. Portimão
- uma educadora de Infância
- diretor criativo da IDD
- diretora do Colégio da Penina que presidirá ao júri.
A decisão final do júri é irrevogável, não havendo direito a recurso.


10.DIREITOS DE AUTOR
Considera-se que no ato de inscrição, todos os participantes concedem os direitos de autor de propriedade intelectual dos trabalhos ao Colégio da Penina, entidade promotora do Concurso, renunciando a toda e qualquer compensação financeira resultante da utilização do trabalho final.


11.INSCRIÇÕES E CALENDÁRIO
As inscrições e entrega dos trabalhos podem ser feitas no Colégio da Penina, entre 11 e 30 de Abril de 2012, todos os dias úteis das 9h00 às 18h00. Os resultados finais serão divulgados no Colégio da Penina, no dia 20 de Maio de 2012. Uma seleção dos melhores trabalhos será exposta em data e local a designar.


12.DISPOSIÇÕES FINAIS
As obras poderão ser reclamadas após a exposição dos trabalhos, até 31 de Julho de 2012. Depois desta data, os trabalhos que não forem reclamados ficarão para a entidade promotora do Concurso que lhes dará o destino que desejar. Os casos omissos neste regulamento serão decididos pelo Júri.

FICHA DE INSCRIÇÃO

OBRA
Título ________________________________________________________________________
Título original _______________________________ Nome do artista ______________________
Síntese Descritiva (pequena explicação) _______________________________________________
_____________________________________________________________________________
Materiais utilizados ______________________________________________________________

CONCORRENTE
Nome ________________________________________________________________________
Nascimento _____ / _____ / 20___ Naturalidade _______________________________________
Morada ______________________________________________________________________
Localidade ___________________ Código postal __________ - _______ __________________
Nome da mãe _____________________________________ Telefone _____________________
Nome do pai ______________________________________ Telefone _____________________
Email de contato (letra legível) ______________________________________________________

ESCOLA
Nome da Escola ___________________________________________________________________
Morada __________________________________________________________________________
Nome da Educadora _______________________________________________________________

………………………………………………!………………………………………………………
RECEBEMOS a obra de _____________________________________________ que recebeu o número __________, em _____ / ____ / 2012.
O Colégio da Penina
_______________________

APOIOS
1º Concurso de Arte Infantil do Colégio da Penina conta com o apoio das seguintes entidades e empresas:
Câmara Municipal de Portimão
Centro Comercial Continente
Best Travel
Duarte e Sequeira, Lda - Artigos de Papelaria
IDD
Clube Hípico Santa Isabel
Hotel Le Meridien Penina Golf & Resort

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Carta aberta aos alunos do Colégio da Penina



Estive a pensar em escrever esta carta para a minha professora Andreia mas depois achei melhor pedir-lhe que todos a lessem.
Estava triste porque o ano lectivo estava quase a terminar e apercebi-me que os nossos colegas do 4º ano tinham de ir embora. Isso fez-me pensar que, um dia, quando estiver no final do 4º ano, também terei de sair.
Então pensei que talvez pudéssemos mudar isso e imaginei que poderíamos ficar até ao 12º ano. Bastava falar com o meu amigo Pedro Paula para ele pedir ao pai para construir mais um andar em cima da nossa escola. Se continuássemos a construir mais andares até poderíamos ter uma universidade. Outros pais também poderiam ajudar…o pai da Nicole, podia fazer as janelas. Lembrei-me de falar com o Leandro para ele pedir à mãe para também dar aulas na universidade. Para além das professoras, as auxiliares podiam ajudar. A Ita sabe explicar tudo muito bem e é muito nossa amiga. A Sandra tem muito jeito para arrancar dentes e também nos podia ensinar! A dona Helena faz muito bem comida e sabe fazer roupa e por isso podia ensinar-nos sobre moda, culinária ou nutrição. Também falaria com a Rebecca para ela pedir ao pai para montar uma pizzaria com esplanada num dos recreios e uma geladaria com gelados de chocolate no outro recreio. Eu adoro gelados de chocolate!!
O professor Vitor podia criar a tuna académica da Universidade da Penina. A Francisca do 1º ano tocava piano e eu tocava o meu trompete. O Martim Fonseca e o José Pedro tocavam guitarra, a Luciana, a Sofia e a Beatriz dançavam, o Manuel, o António e o Nuno ficavam no coro, o Gui, que tem jeito para consolas, podia gravar-nos um CD, a Iara podia desenhar um cartaz enorme da nossa tuna, o Duarte, o Jano e a Matilde tocavam tambores, a Laura era a nossa estrela e voava durante o espectáculo. O Francisco ficava a vender os bilhetes porque é muito simpático.
Se isto não for possível continuarei triste porque não quero deixar de sonhar, nem quero perder os meus amigos ou sequer sair desta escola um dia!
Apesar de ser um sonho, o meu pai disse-me que, se muitas pessoas acreditarem no mesmo sonho, ele pode realizar-se. Eu queria pedir a todos os meninos do Colégio da Penina que acreditem no meu sonho e de certeza que, vamos ficar a crescer, a brincar e a aprender para sempre juntos na grande Universidade da Penina.
Texto: Martim Barradas, 1º Ano

Desenho: Catarina, 5 anos

terça-feira, 31 de maio de 2011

Se...

Se o mar fosse uma estrada,
Se a estrada me levasse à montanha,
Se a montanha tivesse estrada,
Se na estrada houvesse lenha,
Se a lenha fosse comprada na rua,
Se na rua encontrasse o restaurante,
Se no restaurante comesse uma lasanha,
Se com a lasanha acompanhasse uma Frize
Se na Frize houvesse uma baleia,
Se a baleia desfrutasse de uma colmeia,
Se a colmeia almoçasse canela,
Se a canela estivesse saborosa,
Se saborosa fosse o Simão,
Se o Simão voasse com um balão,
e o balão parasse na mão do João!


André Guerreiro
Francisco Costa
4ºAno

SE...

Se o mar fosse uma estrada,
Se a estrada me levasse à montanha,
Se a montanha comesse brócolos,
Se os brócolos falassem inglês,
Se o inglês tivesse corpo,
Se o corpo mudasse uma árvore,
Se a árvore nadasse no azul,
Se o azul lambesse uma clara,
Se a clara usasse óculos,
Se os óculos procurassem gigantes,
Se os gigantes caminhassem na terra,
Se a terra visse uma violeta,
Se a violeta tocasse violoncelo,
Se o violoncelo estivesse numa quinta,
Se a quinta virasse foguetão,
Se o foguetão comprasse uma mão,
Se a mão agarrasse um cristão,
e o cristão desse um trambolhão!


Joana Pereira
Dimitri Poussier
4ºAno

SE...

Se o mar fosse uma estrada,
Se a estrada me levasse à montanha,
Se a montanha partisse o chocolate,
Se o chocolate comesse a Lua,
Se a Lua casasse com Saturno,
Se Saturno ficasse sem anel,
Se o anel tirasse o ouro,
Se o ouro viajasse até Marte,
Se Marte tivesse um laço,
Se um laço voasse sem um braço,
Se o braço tivesse aço,
Se o aço andasse com o rinoceronte,
Se o rinoceronte bebesse uma 7 Up,
Se a 7 Up caísse da chuva,
e eu a engolisse como uma uva!





António Guimarães
Jorge Escudeiro
4ºAno

SE...

Se o mar fosse uma estrada,
Se a estrada me levasse à montanha,
Se a montanha fosse um homem,
Se o homem tivesse alegria,
Se a alegria formasse uma pessoa,
Se a pessoa transmitisse tristeza,
Se a tristeza gerasse confusão,
Se a confusão estivesse no ar,
Se o ar acabasse numa brincadeira,
Se a brincadeira quisesse voar,
Se voar nos levasse ao infinito,
Se o infinito escavasse uma amizade,
Se a amizade aproveitasse a vida,
Se a vida corresse depressa,
Se depressa andasse o caracol,
Se o caracol saltasse do muro,
Se o muro encolhesse algum pedaço,
e eu o comesse recheado de cansaço!


João Pinto
Tiago Figueiredo

4ºAno

SE...

Se o mar fosse uma estrada,
Se a estrada me levasse à montanha,
Se da montanha saisse chocolate,
Se o chocolate tivesse picante,
Se o picante gostasse de adoçante,
Se o adoçante fosse vermelho,
Se o vermelho saboreasse o queijo,
Se o queijo perdesse o sabor,
Se o sabor do queijo tivesse caído num poço,
Se do poço visse o fundo e o escuro,
Se o escuro tocasse saxofone,
Se o saxofone perdesse o som,
Se o som batesse contra um sapato,
Se o sapato perdesse os cordões,
Se os cordões atassem um cão,
e o cão caísse para a boca de um leão!


Diogo Reis
Kiana Goodchild
4ºAno

SE...

Se o mar fosse uma estrada,
Se a estrada me levasse à montanha,
Se a montanha tivesse cabelos,
Se os cabelos fossem da raposa,
Se a raposa pegasse na Lua,
Se a Lua fosse verde,
Se o verde reflectisse no mar,
Se o mar não tivesse peixes,
Se os peixes procurassem os tubarões,
Se os tubarões comessem erva,
Se a erva chegasse a Marte,
Se Marte não fosse vermelho,
Se o vermelho não fosse a cor do Benfica,
Se o Benfica não fosse de Lisboa,
e Lisboa não me tivesse a mim!


Cristiana Oliveira
Frederico Baptista
4ºAno

sexta-feira, 27 de maio de 2011

SE...

Se o mar fosse uma estrada,
Se a estrada me levasse à montanha,
Se a montanha chegasse ao céu,
Se o céu me desse uma lasanha,
Se a lasanha tivesse piri-piri,
Se o piri-piri cheirasse a adoçante,
Se eu pusesse o adoçante no café,
Se o café fugisse com uma perna,
Se da perna saltasse um pé,
Se o pé perdesse um dedo,
Se o dedo deixasse cair uma unha,
Se a unha batesse num cão,
Se um cão mordesse o ladrão,
Se o ladrão entrasse num pão,

E ele só parasse na prisão!


Martim Cunha
Tomaso Lorenzi

4ºAno

quarta-feira, 11 de maio de 2011

O Perigo da Selva



Era uma vez uma selva onde viviam dois homens de cor. Aí havia muitos veados e os homens gostavam de olhar para eles.
Naquela selva havia árvores grandes, altas e com folhas verdes, largas como corações, arbustos com folhas avermelhadas, ervas finas e altas, maiores do que os homens, havia árvores carregadas de folhas e enormes flores cor-de-rosa.
Aqueles homens dormiam em palhotas. Era lá que vestiam as peles de animais: de tigres e de leopardos. E para fazerem as cuecas, vestiam pele de filho de leão porque era mais pequena. Comiam flores rosa e às vezes comiam troncos, dos que são mais tenrinhos e tomavam banho lá no fundo do mar, que se encontrava perto da selva.
Houve um dia que foram procurar comida e perderam-se no meio de toda aquela vegetação. Eram homens perdidos na selva. Andaram e andaram até que ficaram com sede. Procuraram água e só tinham um sítio para beber que era na nascente. Finalmente encontraram-na e conseguiram matar a sua sede.
Depois de muito caminhar, chegaram às suas palhotas, muito cansados.
Dias depois foram tomar banho ao mar, nadaram até muito longe e de repente repararam num vulto estranho que se aproximava. Era um tubarão-limão e eles gritaram:
- Vamos morrer, vamos morrer!
Felizmente, apareceu um helicóptero que viu que eles estavam em perigo e as pessoas que lá estavam, lançaram uma corda. Com uma grande aflição, eles subiram e foi assim que foram salvos.
Vieram viver para Portugal, onde viveram felizes para sempre.

Martim Cabrita – 3º Ano

sexta-feira, 6 de maio de 2011

O assalto misterioso 1



O casal senhora Frigideira e senhor Panela andavam muito atarefados e ocupados, enquanto ouviam na rádio um aviso a dizer que, dali a 9 dias, havia um concurso na “Cozinha Lima Limão”.
A mulher do senhor Panela disse:
- Ó homem, tu já sabes da notícia que deu na rádio? Vão fazer um concurso na nossa própria cozinha! Que grande responsabilidade! Estou ansiosa, temos que ganhar! E tu, o que achas?
Enquanto a senhora Frigideira falava, o senhor Panela encostou-se ao balcão e pôs-se a dormir e, ao mesmo tempo, a ressonar. Ela ficou muito zangada e desatou a gritar com ele.
Passados oito dias, estavam preparados para a competição com a receita da bisavó Panela de Pressão. Era uma receita sagrada que todos queriam ter e chamava-se pudim de banana com molho de framboesa.
Finalmente chegou o dia do grande concurso e as receitas dos seus adversários eram:
- do sr. Garfo e Sra. Faca, maçã cozida com molho de tomate;
- o Sr. Copo e a Sra. Colher tinham a receita mais esquisita. Era amêijoa bêbada.
E o concurso começou.
Tudo estava a correr bem, mas, de repente, apareceram os dois “chonés” que se chamavam Toni Peúgas e Zé Calcinhas. Eles entraram na cozinha e destruíram tudo, enquanto os concorrentes estavam a fazer uma pausa.
O senhor Panela ouviu um barulho suspeito vindo da cozinha, abriu a porta, viu os dois assaltantes, foi buscar uma grande e forte frigideira e bateu-lhes com toda a força. Eles fugiram pela janela até à montanha onde vivia a senhora Esfregona.
Assim que os viu, tão “chonés”, vestiu-os com vestidos de bailarina. O Toni Peúgas viu-se ao espelho e disse:
- Estou tão giraaa!
E lá ficaram.
Quem ganhou o concurso foram a Sra. Colher e o seu marido.
Estou a gozar, foram o Sr. Panela e a Sra. Frigideira.

Maria Carolina Cercas – 3º Ano

terça-feira, 29 de março de 2011

Festa da Teresa



Num dia muito frio de Inverno, a mãe da Teresa preparava a sua festa de anos. Ia fazer dezassete anos. Foi a casa dos amigos e familiares, convidou-os a todos e pediu-lhes segredo sobre a festa. Era uma surpresa! Tinham de ir todos mascarados, pois iam fazer um baile de máscaras. A festa seria no dia seguinte. Estava tudo preparado. Só faltava ir buscar o bolo. Durante a noite, arrefeceu e caiu um grande nevão. De manhã, quando a Teresa acordou, abriu a janela e ficou muito feliz. A paisagem estava lindíssima, e ela adorava desportos na neve. Este nevão era a melhor prenda que podia ter. Correu para a sala. Abriu a porta e, todos gritaram: “Surpresa!” Eram todos os amigos e a sua família. Então foram todos comemorar o seu aniversário lá fora, na neve.




Rayana, Leonor, Martim - 2º Ano


Alfred Sisley- Winter in Louveciennes

Senhor a chorar


Este senhor está a chorar porque a sua filha morreu. Ela tinha uma doença muito grave. O senhor vivia com a sua mulher na casa da filha e estava triste, porque a tinha perdido, e também preocupado porque, mesmo doente, era ela quem tomava conta deles. E agora? O que ia ser deles?


Marta, Davon e Vasco - 2º Ano

Van Gogh - Old man in Sorrow

Um dia


Um dia, o Francisco estava muito triste porque tinha sido despedido. Resolveu ir passear de barco pelo rio até à outra margem. Quando lá chegou, sentia-se cansado e decidiu sentar-se numa pedra, debaixo de um sobreiro. Dali, conseguia ver uma paisagem magnífica. Ao fundo, avistava as muralhas do castelo, um jardim muito verde e o reflexo das casas na água limpa do rio. Reparou que havia várias actividades no rio. Foi então, que decidiu que podia levar as pessoas a passear no seu barco pelo rio. Assim, as pessoas podiam também admirar aquela bela paisagem. Afinal, já tinha um trabalho para ganhar dinheiro.


Nuno, Guilherme, Joana e Diogo Luís - 2º Ano

Monet Claude - The River Bennecourt

Cãozinho



Há muito tempo, num lugar onde havia muitas amendoeiras em flor e muita erva verdejante, a Maria e o Pedro andavam a passear e encontraram-se, por acaso. A Maria estava a chorar e o Pedro queria saber porquê para a ajudar. Pediu-lhe, várias vezes, para se acalmar. Foi então, que a Maria lhe contou que tinha perdido o seu animal de estimação, um cão que lhe tinha dado a sua avó, quando ela tinha feito dez anos. O Pedro pediu-lhe para parar de chorar porque ele ia ajudá-la a encontrar o seu cão. A Maria ficou muito contente e agradeceu-lhe. Foram, então, procurar o animal por toda a cidade.


Alex, Carolina Lobato e Carolina Vitorino - 2ºAno

A Primavera de Claude Monet

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Raquel e Rosita


No sábado, fui à casa da minha avó almoçar com a minha mãe e depois de almoçarmos, perguntei – lhes se podia levar a Rosita para a minha casa e elas disseram que sim.
A Rosita é uma cadela caniche que é da minha avó. Tem o pelo branco e encaracolado e tem quatro anos. É pequena, fofa e engraçada. Ela gosta de perseguir o meu gato. Quando ouve algum barulho, pequeno ou grande, começa logo a ladrar. Eu gosto muito dela porque foi o meu primeiro animal. Embora seja da minha avó, eu acho que ela é um bocadinho minha.
No carro, a Rosita estava sempre a querer pôr a cabeça de fora da janela. Quando eu abri a janela do carro, ela pôs a cabeça de fora.
A Rosita parecia uma tonta com as orelhas ao vento. Normalmente as suas orelhas são para baixo, mas, como estava ao vento, ficavam para trás e isso dava-lhe um ar de tonta.
Quando chegámos a casa, eu fui pôr os jornais na varanda, para ela fazer as suas necessidades. Quando acabei de fazer isso, fui fazer os trabalhos de casa e depois fui brincar com a Rosita.
A minha avó veio buscá-la às seis horas. Que pena!


Raquel Reis - 3º Ano

A MINHA PRIMEIRA VIAGEM À SERRA DA ESTRELA

Um dia eu, o meu pai, a minha mãe, o meu tio e a minha avó fomos à Serra da Estrela e fizemos um boneco de neve em cima do carro. Fomos buscar bocados de neve que estavam à beira da estrada, fizemos três bolas e pusemo-las umas sobre as outras. Apanhámos duas pedras pretas para fazer de olhos. Quando o acabámos, estava muito engraçado! Mas, enquanto nós andávamos, ele ia derretendo. Pobre boneco de neve!
Depois parámos o carro à beira da estrada e eu fui a correr para a neve que era branquinha, mas não estava fofa.
Os meus pais e a minha avó ficaram a conversar e não me viram a correr na neve. Andavam preocupados à minha procura. O que tinha acontecido?
Quando eu estava a correr, o gelo quebrou-se porque estava muito fininho e eu caí numa poça de água gelada. Fiquei completamente encharcada até ao pescoço e cheia de frio, tiritava!
Passado algum tempo, o meu pai encontrou-me e levou-me para o carro. Para não continuar gelada e apanhar uma constipação, mudei de roupa e fiquei logo muito quentinha.

Catarina Martins 3º Ano

As duas árvores

Era uma vez uma laranjeira e um pessegueiro que estavam numa quinta muito grande, onde havia várias árvores de fruto.
Um dia a laranjeira reparou no pessegueiro que estava ao seu lado e meteu conversa com ele.
- Eu sou mais alta do que tu! – exclamou a laranjeira.
- Apenas alguns centímetros. – respondeu o pessegueiro.
- As minhas folhas são mais largas e rijas do que as tuas. – disse a laranjeira.
- Os meus frutos são mais saborosos do que os teus. Não achas? – perguntou o pessegueiro.
A laranjeira ficou um pouco a pensar e depois respondeu:
- Não, as pessoas gostam mais dos meus frutos porque fazem sumo e os meus frutos são redondinhos e têm uma cor linda: cor-de-laranja.
- Pois os meus frutos também são redondos e têm uma cor avermelhada. – disse o pessegueiro.
- Sim, mas os meus têm uma casca grossa e são maiores do que os teus! – exclamou a laranjeira.
As duas árvores de fruto ficaram a discutir durante algum tempo, enquanto as pessoas que por ali passavam as elogiavam pelos lindos frutos que elas tinham.
Elas ficaram muito felizes e desejaram que no ano seguinte dessem outra vez lindos frutos.

Francisco Ventura - 3º Ano

A macieira e a pereira

Era uma vez uma árvore que não sabia o seu nome.
Então, chegou a amiga macieira e começaram a conversar:
- Olá! Como é que estás? – cumprimentou a macieira.
- Estou triste, pois não me lembro do meu nome. – respondeu a árvore – Será que me podes ajudar?
A macieira respondeu:
- Não sei se te posso ajudar… Mas, espera! Afinal, qual é o fruto que tu dás, minha amiga?
- Eu não sei, não me recordo! Agora estou despidinha porque estamos no Inverno! Sinto muita falta dos meus “filhotes”. – contava a árvore com tristeza.
- Eu dou maçãs. – disse a macieira – que é um fruto delicioso que toda a gente come em todas as épocas do ano e em qualquer refeição!
- Já me lembrei do que sou! – disse a árvore – Eu sou a tua grande rival, a tua maior adversária. Os meus são, como deves estar a imaginar, peras. Eu sou uma pereira. Mas sabes uma coisa? Apesar de não ser amiga das macieiras, nós somos as melhores amigas porque somos nós que damos os melhores frutos.

Manuel Costa - 3º Ano

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Mapa do Tesouro


Eu andava a brincar no jardim e encontrei um mapa do tesouro. Encontrei-o quando estava à procura de um berlinde dentro de um tronco de uma árvore. Fiquei muito contente porque podia ser o tesouro de um pirata.
Fui procurar o tesouro seguindo o mapa, mas não encontrei nada…
Acho que foi uma partida da minha irmã.

Davon - 2º Ano
Desenho – Davon (cera e aguada de café)

O Passarito


Eu andava a brincar no jardim com a minha amiga Mariana e reparei que um passarinho estava com uma asa presa nos ramos de uma árvore. A Mariana foi a correr, subiu à árvore para o apanhar e levou-o para casa.
Chegou a casa e pediu à mãe para comprar comida para o pássaro e poder cuidar dele. Então a Mariana foi com a mãe comprar comida e uma gaiola.
Trataram muito bem do pássaro. A Mariana deu-lhe o nome de “Passarito” e ficaram com ele durante muito tempo, até que ficou adulto.
Um dia, a mãe da Mariana pegou nele e levou-o até à varanda na mão. Ele voou e foi-se embora. A Mariana ficou muito triste.
No dia seguinte, ela e a sua mãe resolveram ir comprar outro passarinho para terem em casa.
Joana - 2º Ano

desenho - Leonor (cera com aguada de café)

Borboleta colorida


Eu andava a brincar no jardim e encontrei uma borboleta colorida. Fui a casa buscar a minha rede e um frasco com uma tampa. E fui atrás dela…
Apanhei-a e pu-la no frasco. A tampa tinha uns furos para ela respirar e não morrer.
Coloquei o frasco em cima da minha mesa e olhei bem para ela. Era mesmo bonita!
Desenhei-a numa folha e procurei informações sobre ela na Internet.
No final do dia, com muita pena, resolvi soltá-la para ela voltar para a sua casa.

Mafalda - 2º ano
desenho - Carolina Vitorino (cera com aguada de café)

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Se eu fosse o Pai Natal...



Se eu fosse o Pai Natal este ano, tomaria dez medidas para combater a crise.
A primeira era que em vez de os presentes serem embrulhados, levariam apenas um laçarote, assim pouparia-se no papel de embrulho.
A segunda era que, em vez de descer pela chaminé os presentes eram deixados nos pinheiros de Natal que estivessem no jardim. Quem não os tivesse cá fora, teriam os presentes pendurados, cada um em sua janela. Assim seria menos a conta da lavandaria.
A terceira, também seria muito importante, as crianças mais necessitadas receberiam quatro prendas, enquanto as menos necessitadas receberiam apenas duas.
A quarta medida era que, como haveria menos prendas para fazer e embrulhar os duendes trabalhavam apenas em part-time, assim economizava-se na comida da cantina e no ordenado.
A quinta diria respeito às renas que, em vez de treinarem todas, só o fariam nove. Dasher, Dancer, Prancer, Vixen, Comet, Cupid, Blitzen, Donder e a mais popular, a Rudolph.
A sexta era que, os adultos este ano receberiam muito menos prendas, assim poupavam-se no dinheiro e nos laçarotes.
As outras quatro medidas tinham a ver com o que os cidadãos dos vários escalões sociais iriam receber de prenda de Natal.
Os adultos de classe baixa receberiam um relógio Swatch Casula. As crianças, como eu já referi, quatro dos presentes que pedissem na sua carta.
As crianças de classe média e classe média-baixa, receberiam três das prendas da sua lista e os pais receberiam vinho tinto.
Os meninos de classe média-alta, receberiam dois dos presentes que pediram e os adultos apenas uma planta.
As crianças de classe alta receberiam um dos presentes pedidos e os adultos receberiam uma caneta a dizer “Feliz Natal”.

Martim Cunha- 4ºAno

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Se eu fosse o Pai Natal nos tempos em que vivemos...



Se eu fosse o Pai Natal enfeitava o maior pinheiro que encontrasse com muitas luzes, bolinhas e fitas coloridas para dar alegria e muita luz à noite de Natal!
Em seguida faria um pedido de Paz a todas as pessoas do Mundo para acabar com a guerra. Colocaria comida e doces em todas as casas das pessoas que precisassem para ver a felicidade na carinha das pessoas.
Como não poderia deixar de faltar, para completar essa felicidade, daria também um brinquedo a cada uma das crianças porque a fábrica de brinquedos do Pai Natal trabalharia todo o ano para lhes dar mais essa alegria.
Gostaria também de poder dar abrigo e agasalhos a todas as pessoas que vivem na rua porque nesta altura do ano o tempo é muito frio e chuvoso!
Desejaria, ainda, dar muita saúde e alegria a todas as pessoas, em especial à minha família e amigos, para que realizassem todos os seus sonhos.
Por fim gostaria que todos os desejos das pessoas se realizassem durante todo o ano e não só na noite de Natal!


Tiago Figueiredo - 4ºAno

Se eu fosse o Pai Natal...



Se eu fosse o Pai Natal no tempo em que vivemos as coisas seriam diferentes e mais fáceis.
Eu conversaria com os meninos mais pobres e dava-lhes o que eles mais precisavam para os fazer felizes.
Às pessoas mais pobres, dava-lhes algum dinheiro para pagarem as suas dívidas, assim aliviava-as “de um grande peso”!
A paz, a alegria e a solidariedade estariam presentes no nosso querido Planeta!
Quando uma pessoa estivesse aborrecida, eu falaria calmamente com ela e perguntar-lhe-ia o que é que se passava para estar assim.
Se alguém estivesse a ameaçar ou a magoar outra pessoa dar-lhe-ia a entender que ele não estaria a agir correctamente.
Para alguns seria fácil fazer ver que deveriam ser pessoas melhores, para outros seria mais difícil porque já estavam habituados a proceder dessa forma.
Eu, nesta época se fosse o Pai Natal, só haveria harmonia neste Mundo!

Diogo Reis - 4ºAno

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

NOITE DE NATAL NO MUSEU

















A pedido de alguns pais e avós resolvemos publicar no nosso blog a peça da Festa de Natal.

Está tudo escuro no interior do museu, vêem-se alguns quadros, estátuas e instalações na obscuridade. Há 3 quadros, auto-retratos, ligeiramente iluminados. Passam dois guardas com uma lanterna, olham para os quadros, olham para o público e ficam a conversar no centro do palco.

Guarda1 – Isto está tão calmo!
Guarda2 – Podíamos ter ficado em casa a festejar com a família.
Guarda1 - É todos os anos a mesma coisa. Nunca passo a consoada com a família.
Guarda2 – Deixa lá, desta vez até tenho uma prenda para ti.
Guarda1 – A sério?
Guarda2 – Claro que não.(Ri-se) Não vês que estou a gozar…


Depois saem. De repente ouve-se um trovão, os 3 auto-retratos ganham vida e começam a mexer-se. Três pintores saem dos quadros. São os auto-retratos de Leonardo, Vincent e Pablo.

Leonardo – (em italiano) Finalmente… Até que enfim! Estava a ver que este ano não me conseguia libertar da tela!
Vincent – Ah! (espreguiça-se) Que bom! As saudades que já tinha de conversar convosco…
Pablo - Queridos Amigos! Não há como esta noite especial para nos encontrarmos e pormos a conversa em dia.
Leonardo - A noite de Natal é realmente mágica. Nem eu, com todas as minhas invenções e ideias loucas me lembraria que poderia existir uma noite assim.
Vincent - Pois é, Leonardo, tu ficaste famoso pelas tuas invenções e ideias loucas….
Pablo - Tão loucas e com experiências tão inovadoras que algumas das tuas pinturas não conseguiram chegar aos nossos dias.
Leonardo - Sim… punha-me a inventar novas fórmulas e tintas e algumas das minhas obras acabaram por desaparecer, cair… ou por ficar totalmente destruídas. Mas felizmente isso não aconteceu com todas. Per fortuna!!!
Vincent - Foi uma sorte! Imagina que a Mona Lisa tinha desaparecido?
Pablo - Teria sido realmente catastrófico… Mas o que vamos fazer hoje? Não temos muito tempo… Só podemos estar aqui enquanto os guardas do Museu estão a festejar a Consoada.
Leonardo - Gostava de saber se o Museu adquiriu novos quadros e conhecer os seus autores. Pode ser que vocês, que são mais modernos, me possam ajudar…
Vincent - Mas… também poderíamos tentar descobrir um pouco de Natal nessas obras. O que acham?
Pablo - O Natal pode estar em qualquer lugar, o Natal é sempre que o homem quer…
Leonardo - Olha, este quadro parece novo. Que pintura é esta? No meu tempo não se fazia disto…
Vincent - Sim, também não conheço este pintor. Sabes quem pintou este quadro, Pablo?
Pablo - Claro que sei. Foi o Joan, era espanhol como eu e dois anos mais novo.
Leonardo - E que tipo de pintura é esta?
Vincent - É muito interessante, uma bela combinação de cores e de formas…
Pablo - Joan Miró foi um surrealista que se inspirou na pintura infantil e naif.
Leonardo - La pittura infantile…(pensativo) A pintura infantil, que interessante… Deveria ter explorado essa possibilidade…
Vincent - Mas se calhar no teu tempo as pessoas não estariam preparadas. Estás a imaginar Lourenço de Medici contratar-te para lhes fazeres desenhos infantis?
Pablo - Leonardo, parece-me que o Vincent tem razão. Além disso, eu passei toda a minha vida a tentar desenhar como uma criança. Não é nada fácil!
Leonardo - Tendes razão! De qualquer forma, gostava de ter pintado assim. Aqui neste quadro existe algo muito especial… Molto speciale…
Vincent - Sim. Mas, o que é que está a acontecer! Parece que algo se moveu… Ouviram?
Pablo - Olha, olha, também esta pintura está a ganhar vida! Será que nos vai ensinar a pintar?

ENTRAM OS ALUNOS DOS 3 ANOS – Os pintores podem dançar com eles…
MÚSICA – Aguarela - Toquinho

Miró1 – Olá, gostam de nós?
Miró2 – Nós somos pequeninos…
Miró3 - E gostamos de brincar com as cores!…
Miró4 – …e com as formas!
Leonardo – Que formas tão bonitas!
Vincent - E estas cores, já reparaste, Pablo?
Pablo - Sim. Mas o que mais me agrada é outra coisa… que não sei definir. O que é que mais vos caracteriza?
Todos Mirós – Nós somos inocentes! (atiram beijinhos e dizem adeus) Adeus…

Saem os meninos dos 3 anos. Ficam os pintores.

Vincent - A inocência é uma característica muito importante no Natal, na pintura e na vida.
Pablo - Quando olhamos para uma coisa, tem que ser com os olhos limpos, inocentes, para podermos captar a sua essência e a seguir… pintá-la.
Leonardo - É realmente muito importante. Mas será que existem outros quadros novos neste museu? Olha, está ali um que não estava cá o ano passado.
Vincent - Parece que estou a reconhecer aquele quadro… Será?
Pablo - Mas é mesmo! Sabes Leonardo, foi o Vincent que pintou esta obra…
Leonardo - Incredibile! Que incrível! Como conseguiste? É extraordinário, estes tons de azul... E até parece que as estrelas se estão a mover. Parabéns, Vincent, excelente trabalho!
Vincent - É uma honra receber um elogio do Mestre Leonardo da Vinci.
Pablo - Eu também admiro muito a tua pintura. E ela foi muito importante para os pintores modernistas e expressionistas, que vieram depois de ti. Foi uma pena que tivesses desistido de viver com apenas 37 anos.
Leonardo - Este teu quadro parece uma noite de Natal, com as estrelas… Mas o que é isto? Vocês viram? As estrelas mexeram-se...

ENTRAM OS ALUNOS DOS 4 ANOS
MÚSICA – Estrela Guia

Estrela1 - Olha, nós somos as estrelas do céu …
Estrela2 - Iluminamos o caminho dos viajantes…
Estrela3 - As crianças quando olham para nós, sonham!
Estrela4 - …e sorriem!
Todas estrelas - Beijinhos…

Saem os meninos dos 4 anos.

Vincent - Foi tão bonito. Nunca pensei que as minhas estrelas pudessem ganhar vida e iluminar assim a noite de Natal.
Pablo - Estas estrelas estão cheias de alegria! A tua pintura, Vincent, está cheia de Alegria!
Leonardo - Sem alegria nunca poderíamos descobrir o Natal. Mas Vincent, parece-me que a tua vida não foi muito alegre. Porquê?
Vincent - Sabes, eu vivia muito angustiado. Tinha muitos conflitos. A pintura era a única coisa que me tranquilizava. Depois de muitos fracassos, dediquei-me à pintura. Já tinha mais de 20 anos. Os meus quadros dificilmente se vendiam, pelo menos enquanto eu vivi. Mais tarde, fiquei muito doente e estive internado num hospital psiquiátrico. Tirando o meu irmão, Theo, ninguém me compreendia…
Pablo - Durante os últimos dois ou três anos de vida pintou a maioria das suas mais de 2.000 obras!
Leonardo - Extraordinário! Estou impressionado, Vincent!
Vincent - Obrigado é muito amável da vossa parte!… E que tal se continuássemos a nossa viagem pelo museu? Olha, temos aqui um outro quadro. Também me parece reconhecer este traço. E tu, Pablo?
Pablo - Pois, claro! Olha ali a minha assinatura! Pintei-o quando tinha 24 anos e nessa altura gostava de pintar em tons cor-de-rosa.
Leonardo - Mas, são saltimbancos!
Vincent - Sim, parecem uma família.

ENTRAM OS ALUNOS DOS 5 ANOS
MÚSICA – Chico Buarque

Arlequim1 – Nós somos arlequins, bailarinas e trapezistas.
Arlequim2 – Gostamos de dançar, saltar e divertir as pessoas. Amamos o público…
Bailarina1 - Também somos uma família e amamo-nos uns aos outros.
Bailarina2 - O Amor é tão bonito.

Saem os meninos dos 5 anos.

Pablo - Neste período, eu estava fascinado com o circo, os artistas, malabaristas, trapezistas, bailarinas e palhaços.
Leonardo - Acho que as bailarinas eram mais o teu estilo! O que tu amavas era as bailarinas. Quello che è stato amato le ballerine!
Vincent - Bailarinas?
Pablo - Sim, é verdade. A minha primeira mulher, Olga era uma bailarina russa. Mas antes tive uma namorada que estava ligada ao circo, a Eva.
Leonardo - A primeira mulher? La prima donna? (pensativo) Mas tiveste mais do que uma?
Vincent - Leonardo, Leonardo, realmente tu não conheces o Pablo! A obra dele quase se pode estudar pelas mulheres que teve. Sempre que se apaixonava, a sua pintura começava a mudar.
Pablo - As mulheres foram sempre uma fonte de inspiração para mim. Sempre gostei da beleza e do Amor.
Leonardo - O Natal e o Amor andam sempre de mãos dadas.
Vincent - Ouçam… Quem são estes?

ENTRAM OS ALUNOS DO 1ºANO
MÚSICA – Muse - Uprising

Pollock1 - Olá! Gostaram da nossa dança?
Pollock2 - Nós somos a agitação da vida moderna.
Pollock3 - Movimento, acção, dinâmica, inovação!
Pollock4 - O stress das compras e dos preparativos de Natal.

Saem os meninos do 1º A.

Leonardo - Esta pintura faz-me lembrar a noite, as trevas…
Vincent - A eterna luta entre luz e sombras. Essa é a essência da arte moderna.
Pablo - Sem luz, a sombra não existe. E é pela obscuridade que a luz tem mais valor. Estas figuras são muito interessantes, aposto que vocês nunca tinham visto nada assim.
Leonardo - Realmente é muito diferente do que alguma vez tinha visto.
Vincent - Começo a descobrir um novo mundo de cor e movimento.
Pablo - Este quadro é de um pintor americano, chamado Jackson Pollock. E, o mais surpreendente, é que podemos dizer que a pintura dele, expressionismo abstracto, é filha da tua pintura, Vincent.
Leonardo - Expressionismo abstracto?
Vincent - Queres dizer que a minha pintura influenciou a de Pollock? Eu pensava que tinha fracassado e que deveria ter sido um humilde pastor protestante… Mas não passei nas provas de admissão.
Pablo - Foi uma sorte. A pintura do século vinte não seria a mesma sem a tua obra, Vincent.
Leonardo - E que quadro é este? E qual è questo quadro?
Vincent - Uma tela onde chovem homens?
Pablo - É uma pintura de Magritte, um pintor surrealista. Os surrealistas procuravam pintar o mundo dos sonhos…

ENTRAM OS ALUNOS DO 2ºANO
MÚSICA – It’s rainning men

Magritte1 - A vida é um sonho…
Magritte2 – E viver só é sonhar…
Magritte3 – Todo o homem que vive, sonha o que é, até despertar…
Magritte4 – O sonho comanda a vida, e sempre que um homem sonha…
Magritte5 – …o Mundo pula e avança como bola colorida entre as mãos de uma criança.

Saem os meninos do 2º A.

Vincent - Sonhar é uma faculdade extraordinária.
Pablo - A minha arte também é um sonho.
Leonardo - Foi pelos sonhos que inventei, desenhei e construí… da sogni... da sogni...
Vincent - O Natal ainda é um dia de sonho, uma efeméride maravilhosa que comemora o nascimento de um grande homem, de um Mestre que mudaria o mundo.
Pablo - Sábias palavras Vincent! Sábias palavras...
Leonardo - Andiamo, andiamo… Continuemos o nosso passeio, será que ainda há mais quadros novos?
Vincent - Pareceu-me ouvir outra vez alguma coisa, também escutaram?
Pablo - Chiiiuu! É mesmo. Devem ser os guardas. Escondam-se.

Colocam-se em posições estranhas como se fossem estátuas, as luzes apagam-se e entram os guardas com a lanterna, vão olhando para as diferentes obras de arte. Um aponta para o auto-retrato do Picasso e abana a cabeça. O outro, aponta a lanterna para os três pintores que estão a fazer de estátuas. Também abana a cabeça e diz…..

Guarda1 - Estes artistas modernos… fazem cada coisa! (pausa e fala com o colega)
Guarda2 - Olha para estas esculturas, instalações ou lá como eles lhe chamam! Por mais que trabalhe aqui nunca hei-de entender isto.
Guarda1 - E estamos nós aqui a perder tempo na noite de Natal… Abana a cabeça
Guarda2 - Vamos comer uma fatia de bolo rei e aquelas broinhas fantásticas que a tua mulher te mandou e tomar um cafezinho.

E continuam a ronda até desaparecerem. As luzes acendem-se.

Vincent - Uff, foi por pouco.
Pablo - Até eu tive medo! Estava a ver que eles nos descobriam e ainda tinham algum ataque de coração.
Leonardo - Será que podemos continuar?
Vincent - Vamos então. Este quadro também deve ser novo. Não me lembro de o ter visto o ano passado.
Pablo - Este é de um pintor e escultor meu conhecido. Amadeo Modigliani. Era de Livorno e quase da minha idade, mas morreu muito novo com tuberculose…
Leonardo - Repara como ele pinta os rostos…
Vincent - E os tons que ele usa… muito interessante! É como se os seus retratos despissem os modelos, quase lhes podemos ver a alma.
Pablo - Em 1917 fez uma exposição que causou tanto escândalo que só durou um dia.
Leonardo - Quem seria esta mulher que ele retratou? Tem um sorriso enigmático! Faz-me lembrar qualquer coisa… Ha un sorriso enigmatico! Mi ricorda qualcosa ...
Vincent - Seria sua amante?
Pablo - Sim, era Jeanne Hébuter, a esposa e mãe de uma filha.
Leonardo - É uma pintura muito sóbria, introspectiva. Como dizia o Vincent, parece que ele consegue pintar a alma.

ENTRAM OS ALUNOS DO 3ºANO
MÚSICA – Fame

Modigliani1 – É difícil alcançar a fama, ter sucesso, sem nunca perder a alma.
Modigliani2 – É fácil, depois de ter triunfado, vender-se e esquecer o sentido de missão e o objectivo da sua arte.
Modigliani3 – É difícil viver na solidão, sem se deixar influenciar por nada nem por ninguém, e ser perseguido pelas suas ideias e ideais.
Modigliani4 – É fácil não fazer nada pelos outros, pelo mundo ou pela arte, viver uma vida obscura de homem máquina, que só serve para alimentar o planeta. Nascer, crescer, reproduzir-se e morrer…
Modigliani5 – O que é realmente muito difícil, é conhecer o motivo da nossa existência e cumpri-lo.

Saem os meninos do 3º A.

Pablo - O verdadeiro artista tem que ter um certo autoconhecimento.
Leonardo - Se não compreendermos os nossos sentimentos, inquietudes, conflitos, como vamos poder expressar a nossa arte?
Vincent - Seria arte vazia, sem profundidade, sem introspecção...
Pablo - É isso mesmo Vincent, a arte está muito ligada à psicanálise, ao estudo da mente e das emoções.
Leonardo - A pintura no meu tempo era muito mais simples e… simbólica!
Vincent - Simples? Eu acho que estava cheia de pormenores...
Pablo - Sim, era uma linguagem muito codificada. Olhem, por exemplo este quadro de Sandro Boticelli.
Leonardo - Prego… É um bom exemplo. A Virgem da Romã. O menino e a Virgem seguram uma romã, que simboliza uma série de coisas.
Vincent - Qual é o simbolismo da romã?
Pablo - Também não sei.
Leonardo - Il melograno, il melograno… A romã simboliza a plenitude espiritual; a fecundidade e a abundância e, na simbologia cristã, costuma fazer referência à Paixão de Jesus Cristo. Os bagos significam o sofrimento de Cristo.
Vincent - Que interessante… Quem diria!

ENTRAM OS ALUNOS DO 4ºANO com os guardas e os pintores juntam-se aos anjos para cantarem
MÚSICA – Higher and higher

Anjo1 - Noite de paz, noite de amor…
Anjo2 - Já nasceu o Deus Menino!
Anjo3 - Brilha a estrela da Paz!
Anjo4 - Glória a Deus no Céu e paz na Terra aos homens de boa vontade.
Anjo5 - O Deus Menino tem que nascer no coração de cada homem.
Anjo6 - De que serve ter nascido em Belém se não encontra eco na alma de cada ser humano?
Anjo7 - Este ano vamos todos procurar o Natal do coração.

Saem os meninos do 4º A.

Leonardo - Então é Natal! Felice Natale!
Vincent - Feliz Natal!
Pablo - Sinto-me em Paz! Acho que já posso voltar para a parede!
Leonardo - Até para o ano! Ciao! Arrivederche…
Vincent - Um Feliz Natal cheio de Paz!

Os pintores regressam à parede e as luzes apagam-se.

Autoria: Vítor Valdemar Santos

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

O nosso Halloween



Neste dia tivemos Inglês. Estivemos a dançar e ouvimos músicas alusivas ao Halloween. Também fizemos desenhos.


A seguir fomos para o desfile da escola e no final, fomos almoçar.
Quando voltámos para a sala ouvimos música e fizemos jogos. Construímos a área vocabular do Halloween. Depois cada um fez uma ilustração de uma palavra.
Gostei muito deste dia. Foi super divertido!

Noemi Matos - 7 anos

Novidade do fim-de-semana

Eu fui à festa do Frederico com o meu irmão e encontrei os meus amigos que eram o Tiago, o Manuel, o João Tiago e o Nuno Baltazar.
Fomos para a piscina e jogámos à bola.
Nuno Reis – 7 anos

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

O nosso Outono...


Nesta estação do ano faz mais frio e as folhas começam a cair das árvores.

Durante esta época podemos comer uvas, castanhas, romãs. Faz-se o vinho e comemora-se o dia de S. Martinho.

As nuvens cobrem o sol, a chuva começa a cair e os pássaros param de cantar porque emigram para países mais quentes.

As aulas começam e eu gosto de aprender as matérias de História de Portugal, de Matemática, de Estudo do Meio e de Língua Portuguesa.

À 4ª e 6ªFeiras vou para o futebol após os trabalhos de casa na escola. Se me restar algum tempo, eu aproveito e jogo na playstation portátil.

Nos finais do mês de Outubro temos a festa do Halloween. As pessoas mascaram-se com roupas assustadoras e vão pedir doces ou fazer travessuras aos vizinhos ou amigos.

Por vezes, a minha família e eu acampamos e fazemos jogos.

Quando chove, eu fico em casa a fazer fantoches e desenhos.

Eu gosto muito dos frutos desta época e das festas comemorativas.


André Guerreiro – 4ºAno

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

O Outono

O Outono vem depois do quente Verão. Nesta estação do ano a temperatura começa a arrefecer.

As folhas ficam castanhas, amarelas, vermelhas e caem. Deixam, assim, as árvores despidas!

Os campos ficam silenciosos. Há animais que hibernam, alguns pássaros que deixam de cantar porque está frio e outros partem para países mais quentes.

As nuvens cobrem o Sol e por vezes, chove.

Passam-se coisas boas, como as vindimas quando se apanham as uvas e se faz o vinho.

O regresso às aulas também acontece nesta altura do ano.

Quando eu fico em casa, nos dias de chuva e frio, jogo Nintendo e Wii. Vejo televisão e brinco com os meus amigos.

Para mim é isto o Outono…

Dimitri Poussier- 4ºAno

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

O que sentimos ao pintar ao som da música…


Ao ouvir a primeira música, pintei rapidamente, fazendo uma curva para ali outra para acolá e ficou muito giro.
Na segunda música, parecia que ouvia pingos de chuva a caírem, então pintei lentamente. Fiz uma pintinha, um risco, um quadrado e riscos à volta uns dos outros. Também ficou muito giro.
Madalena Frazão
Eu senti alegria e diversão ao pintar, ao mesmo tempo que ouvia música, porque nunca tinha feito aquilo.
A pintura ficou gira porque tem formas geométricas e riscos, ficou abstracta.
Carolina Rodrigues

Quando o professor Vítor pôs a primeira música, que tinha um zumbido, fez-me lembrar uma abelha atrás de um menino.
Depois, a segunda música, fez-me lembrar gotas de chuva a cair e um recital de piano.
Quando estava a pintar, senti que estava a fazer uma obra de arte abstracta.
Raquel Reis


Na primeira música, parecia que ouvia um zumbido a ir atrás de um menino de um lado para o outro. Senti vontade de pintar com força.
Na segunda música parecia que sentia bolinhas a caírem e a voarem…
Eu pintei como se bolhas, estivessem a cair no papel.
Sofia Martins

Eu senti que era um pintor famoso, porque parecia que estava a fazer uma obra de arte, à frente de milhares de pessoas.
Quando acabei a minha obra, parecia que ia morrer miseravelmente porque senti-me como um velhote.
João Mugeiro

Quando comecei a pintar, senti alegria, confiança e senti-me como um pintor.
Quando ouvi a primeira música, parecia que uma abelha estava a tentar picar um menino, mas também parecia uma mosca a voar.
Francisco Ventura

Na primeira música, parecia que senti uma mosca e duas abelhas atrás de cinco meninos e seis meninas, depois as duas abelhas e a mosca desistiram e foram embora.
Na segunda música, parecia que muitas pingas de chuva estavam a cair e também parecia que bolhas de sabão estavam a rebentar.
Eu senti-me bem quando estava sentado, quando estava a dançar e a pintar.
Alexandre Queiroz

Quando estava a ouvir a música, parecia que uma abelha estava a perseguir um menino em movimentos circulares e que ele ia contra uma árvore. A abelha não o conseguiu apanhar, porque também foi contra a árvore.
Ao som da música pareceu – me que ia derreter.
Rita Assunção

Eu senti que a música fazia o coração dar um pulinho, porque a primeira melodia era muito barulhenta e forte. Na música lenta e suave senti-me mais calma e com um pouco de imaginação, parecia que estava a flutuar.
Enquanto pintávamos, a nossa pintura crescia cada vez mais, tal como nós vamos crescendo sempre.
Na música calma, parecia que estava a chover e que bolhas de sabão rebentavam.
Carolina Fernandes

Quando ouvi a primeira música, parecia um polícia a andar atrás dum ladrão ou um palhaço a correr no circo. Depois o Vítor desligou a música e nós fomos pintar no papel. Pintei com verde, azul e vermelho.
A segunda música parecia um menino a chorar junto a um lago.
David Xia

A música era rápida, e parecia-me que havia um palhaço a dançar em círculos e um homem a tocar trompete.
Na música mais lenta, ouvi um piano, um violino e pareceu-me ver estrelas a brilhar e a chuva a pingar suavemente do céu.
Manuel Costa

Quando ouvi a primeira música, parecia que eram muitos instrumentos musicais a tocarem e que uma vespa ia atrás duma pessoa.
Quando ouvi a música lenta, parecia uma pessoa aborrecida. Também me parecia que estava a chover.
Eu gostei quando pintámos ao ritmo da música.
Tomás Bettencourt

Quando comecei a pintar, senti-me bem, feliz, alegre e também nervosa.
Quando acabei de pintar, sentei-me no chão e ouvi outra música. Essa música fez-me lembrar coisas calmas, divertidas e tristes.
Quando fui pintar outra vez, senti-me calma e feliz. Eu imaginei uma menina a chorar e uma das lágrimas caiu na bolha de sabão e rebentou-a.
Eu gostei de pintar com a música a tocar. Senti-me bem.
Maria Cercas

Ao ouvir a primeira música, senti um zumbido forte, e lembrei-me de uma mosca a voar.
Ao pintar, senti vontade de desenhar linhas curvas, muitas curvas.
Ao ouvir a segunda música, lembrei-me das ondas do mar. Pintei pintinhas e curvas, muitas curvas.
Rita Benedito

Ao ouvir a primeira música, parecia que ouvia uma abelha que queria picar uma pessoa.
A segunda música, parecia uma menina a fazer bolinhas de sabão ao pé de mim e as bolinhas rebentavam.
Gostei muito de desenhar com tinta no papel, porque quando estava a pintar parecia que uma abelha estava ao pé de mim.
Catarina Martins

Ao pintar, parecia que estava nas nuvens e que estava no espaço a flutuar.
Na primeira música, parecia que uma abelha estava a correr atrás de um menino.
Martim Cabrita

A primeira música parecia uma mosca a voar muito rápido.
E a segunda parecia bolas de sabão a rebentarem.
Eu senti-me feliz porque estava a gostar de ouvir a música e de pintar.
Bárbara Fernandes

Quando ouvi a música, parecia que um menino estava a correr e ia contra uma árvore, onde estava um cão sentado numa forquilha. Quando chocou contra a árvore, esta caiu em cima da forquilha e o cão voou.
Alexander Humphries


Informação da professora:
A primeira música que ouvimos foi “O voo do moscardo” de Rimski-Korsakov.
Fizemos a primeira pintura ao som de “Badinerie” de Bach e a segunda, ouvindo Chopin, “Nocturno em Mi menor”.